30/12/2013

Análise de custos 2013

Percorridos em 2013 cerca de 25000km com o Corolla.

Despesas
  • Revisões: 52,26€
  • IPO: 28,18€
  • IUC: 54,76€
  • Seguro: 160,84€
  • Peças substituídas: 45,91€
  • Alinhamento de direcção e pneus: 32,62€
  • Combustível (GPL e gasolina): 1533,73€ (dos quais 138,95€ em gasolina)
Total da despesa: 1908,30€ (0,08€/km)

Esta é a quilometragem anual mais elevada desde que iniciei o registo no blogue (possivelmente não será a mais elevada de sempre, mas deverá estar muito próximo disso).
O ano de 2013 foi o primeiro completo a circular a GPL e a redução na despesa é bem notória quando se faz a comparação com os anos anteriores. O valor teórico anterior seria cerca de 14 cêntimos por quilómetro, o que comparado com os actuais 8 cêntimos por quilómetro, demonstra bem a poupança que se obtém com este combustível alternativo (só em gasolina o valor despendido teria sido de 2526,19€!).


Percorridos no ano de 2013 cerca de 14500km com a PCX.

Despesas
  • Revisões: 164,76€
  • IUC: 10,81€
  • Seguro: 99,00€
  • Equipamento: 766,56€
  • Pneus: 18,08€
  • Combustível: 483,16€
Total da despesa: 1661,93€ (0,12€/km)

A pequena "125 azul" tem um custo por quilómetro bastante elevado fruto do equipamento adquirido ao longo do ano. Não contabilizando a despesa no equipamento (casacos, luvas, top-case, capacete, etc) o custo por quilómetro teria ficado na casa dos 6 cêntimos.
Há ainda a apontar o valor do imposto único de circulação, foi pago o ano de 2013 e já o de 2014 visto o mês do registo ser Dezembro.

17/12/2013

Honda CBF600SA: revisão dos 18000km

Depois de percorrer 2435km desde a aquisição, em que uma parte considerável dessa quilometragem foi feita nas manhãs de trânsito para entrar em Lisboa, chegou a altura da revisão dos 18 mil quilómetros.
Desta vez, por motivos de garantia, a revisão foi feita na LinhaWay tendo sido efectuada a mudança do óleo, com substituição do filtro, e também substituição do filtro do ar, totalizando a factura 123.15€.
Este serviço foi efectuado aos 18307km ficando a CBF apta para mais 6000km (qualquer coisa como seis meses e meio à média actual).
Os consumos obtidos até agora têm sido francamente inferiores ao anunciado pela Honda, cerca de menos meio litro por cada 100 quilómetros, cifrando-se nos 4.47l/100km.

09/12/2013

Corolla a GPL: progresso do retorno da instalação

Percorridos que foram 35468km desde a conversão do Toyota com o sistema de injecção líquida LPi da Vialle, a poupança em combustível chegou agora ao valor equivalente de dois terços do valor da instalação.
Pelas estimativas a instalação ficará "paga" percorrendo mais 17435km (cerca de oito meses ao ritmo actual).

O valor gasto em combustível para percorrer 100km cifra-se nos 5.61€ de GPL aos quais se somam 0.78€ da gasolina utilizada para prevenir o desgaste prematuro das válvulas, o que totaliza 6.39€/100km, o equivalente a um automóvel a gasóleo que faça média inferior a 4.63l/100km (dados da página "preço de combustíveis" com o preço médio do gasóleo em Portugal a custar 1.381€/l).

07/11/2013

Honda PCX 125: revisão dos 12000km

Mais uma deslocação ao representante da Honda, o stand Lopes e Lopes, a fim de realizar a revisão dos 12000km.
Apenas foi feita a mudança do óleo visto o filtro de ar ainda estar em condições. Ao que me foi dito o filtro dura mais tempo no modelo de 2012 do que no modelo anterior, provavelmente a substituição será feita na próxima revisão, a dos 16000km.
Foi também verificado o estado da correia, não tendo havido lugar a substituição.

Esta revisão foi efectuado aos 12317km e foram cobrados 41,08€ no total... daqui por quatro meses deverá ser a próxima.

18/10/2013

Uma semana de CBF e a lubrificação da corrente

A única forma de evitar cortar os pulsos ao segundo dia de uma semana inteira em que fui forçado a conviver com a hora de ponta, de entrada e saída, da cidade de Lisboa, foi... promover a CBF a "veículo de dia-a-dia".
Esta semana foi bastante pródiga em situações em especial pela minha própria inexperiência. Começando pelo facto de, ao arrancar de um semáforo e ter deixado o motor "morrer" o facto de ter a direcção virada para a direita levou-me a desequilibrar sobre esse lado sendo-me impossível aguentar a CBF na posição vertical (o que teria sido evitado se tivesse voltado a pressionar a embraiagem libertando a roda traseira...) e lá fiquei limitado a amparar a mota até que esta chegasse ao chão (aparentemente fiz um bom trabalho, não ficou nada danificado), acto contínuo, levantar, pôr o motor a trabalhar e arrancar (especial nota negativa para o resto do mundo presente na passadeira, ninguém se mexeu ou fez por mexer...), acabando numa sexta-feira de chuva com equipamento de Verão e passando pelas habituais faltas de atenção e de respeito, bem como pelas inúmeras chamadas e mensagens inadiáveis no meio do trânsito.
Como recompensa pela disponibilidade da CBF, adquiri um lubrificante de corrente da Motul a fim de cumprir as indicações do manual de manutenção, lubrificar a corrente a cada mil quilómetros), marca que foi atingida ontem ao chegar a casa.

05/10/2013

Borracha da base da antena

A anterior borracha da base da antena do Corolla acabou por desaparecer numa lavagem, já estava partida, a colocação de uma nova, apesar de não ser algo complexo, peca por ser dispendiosa na marca. Felizmente podem encontrar-se, mesmo em Portugal, quem venda apenas a borracha e não o conjunto completo. 
O valor cobrado pela borracha já com a montagem ficou pelos 10€.

Nota: a borracha da base da antena do Corolla é semelhante às encontradas em várias variantes dos Volkswagen Golf e Polo, que podem ser uma solução de aplicação.

30/09/2013

Fim-de-semana em Lagos

Aproveitando as folgas coincidentes decidiu-se ir passar o fim-de-semana a Lagos fazendo todo o caminho por nacionais evitando as portagens pornográficas dos auto-estradas. Tendo a ida sido à noite, com direito a uma visita a Portimão e a Sagres no dia seguinte, a viagem de regresso foi em passeio e demorou cerca de 6 horas sem sobressaltos com direito a alguns desvios e paragens em Praia de Odeceixe e Vila Nova de Milfontes.
Barragem da Bravura

Barragem da Bravura

Barragem da Bravura


Fortaleza de Beliche


Fortaleza de Beliche

Artesanato S. Vicente


Sagres

A caminho de Praia de Odeceixe

A caminho de Praia de Odeceixe

Praia de Odeceixe

Praia de Odeceixe

Vila Nova de Milfontes

Vila Nova de Milfontes

Monumento à travessia V.N. Milfontes - Macau
A distância total percorrida ficou na casa dos oitocentos quilómetros percorridos à média de 7.77l/100km totalizando quase 60€ em combustível.

26/09/2013

Manual de Manutenção: Honda CBF600

O manual de manutenção para a Honda CBF600S/N de 2007 a 2011 (motor com PGM-FI) pode ser descarregado AQUI.

25/09/2013

A PCX e o primeiro dia de chuva



O importante é que foram só danos materiais... e a nível de plásticos/estética, pois a pequena PCX continua a circular sem problemas, nenhum comando ficou afectado com a queda.

20/09/2013

Apresentação: Honda CBF600 SA

Honda CBF600 SA
Cilindrada: 599.3 c.c.
Peso: 217 kg
Potência: 77 cv às 10500 rpm
Binário: 59 Nm às 8250 rpm
Ano de fabrico: 2011
Quilometragem inicial: 15872 km

Depois de "acordar do animal há muito adormecido" pela necessidade de usar a pequena PCX nas deslocações em hora de ponta e depois de experimentar várias motas (CB500F, CBR500R, CB500X, NC700X, a nova clássica CB1100 e até uma incrível e encantadora VFR750F com quase 20 anos) a aquisição da CBF vem no seguimento de uma ideia a realizar no próximo ano, permitindo assim uma adaptação mais progressiva à montada antes de pôr em prática o "tal" plano.

14/09/2013

Test ride: Honda NC700X

Mais um test-ride realizado graças à Lopes e Lopes, desta vez pude experimentar a Honda NC700X, o motociclo mais vendido no país e que, em breve, deverá ser revisto pela Honda.
A primeira impressão é que a versão X da NC é demasiado alta para a minha estatura, facto que é compensado pelo centro de gravidade bastante baixo, facilitando o equilíbrio em manobras a baixa velocidade.
Com motor bicilíndrico de 670cc consegue obter consumos muitos simpáticos fazendo da NC um máquina bastante boa para quem abdica das quatro rodas em favor das duas estando já a progredir na cilindrada e potência. O motor pode desapontar por não ser um verdadeiro motor de mota devido a ter um regime de rotação semelhante ao de um automóvel (para quem vier de uma mota convencional vai precisar de alguma habituação), por outro lado, consegue-se rolar a velocidades bastante baixas com mudanças altas evitando as constantes passagens de caixa fruto o binário generoso que o motor disponibiliza desde baixas rotações.
A protecção aerodinâmica é aceitável assim como o conforto a nível do banco, mas em viagens mais longas será de esperar algum desconforto (inclusivamente para o pendura), o met-in, o espaço de arrumação no local usual do depósito de combustível, pode revelar-se bastante prático se bem que limitado para a arrumação de alguns capacetes de forma menos convencional.
Pessoalmente preferiria a versão S da NC, por ser uma naked e por ser mais baixa que a X, talvez posteriormente consiga um test-ride de uma S.

10/09/2013

Test-Ride: Honda CB1100

Antes do que quer que seja... eis a Honda CB1100 modelo de 2013!

Aqui estão, bem arrumados dentro de um quadro tubular, 1140 centímetros cúbicos de origem japonesa, devidamente distribuídos por quatro cilindros em linha capazes de produzir prestáveis 88cv e 93N/m de binário máximo às 6000rpm para propulsionar os 248kg do conjunto numa confortável e suave viagem... numa qualquer marginal e sem pressas, pois isto é verdadeiramente uma mota de passeio.
The "emotional naked".

Mais uma vez por cortesia da Lopes & Lopes foi possível levar a CB1100 para um test-ride, a primeira impressão foi muito positiva, a posição de condução é confortável, o peso está bem distribuído e o centro de gravidade é baixo quanto baste para facilitar manobras a baixa velocidade e todos os comandos estão bem colocados e são suaves sem serem "esponjosos". O passeio foi curto, mas foi possível perceber que o motor (arrefecido a ar) que equipa esta CB é perfeito para rolar a baixas e médias rotações, a suavidade com que progride na aceleração apenas é igualável pela confiança que todo o conjunto transmite ao condutor, é, sem dúvida, uma mota perfeita para passeio descontraído (sem procurar o cavalgar do redline), sem que isso seja impeditivo de a usar todos os dias como transporte, até pelos consumos anunciados para um motor desta capacidade, ligeiramente abaixo dos 4l/100km.
Esteticamente, houve bastante cuidado nos pormenores, de tal forma que sobressai um equilíbrio muito interessante entre o aspecto mais clássico e alguns pormenores mais actuais, como o ABS, a componente digital dos instrumentos e a injecção de combustível, que em nada beliscam a aparência calma e descontraída da CB1100.
O maior senão será, eventualmente, o preço, ainda mais se quisermos personalizar alguns dos pormenores com extras do catálogo (porta bagagens traseiro, caixa de farol com deflector de vento, tampa cromada para o painel de instrumentos... ), no entanto, vale cada cêntimo... definitivamente, compraria uma, em Glory Red.

Aqui fica o vídeo do conceito CB1100...


30/08/2013

Test ride: Honda VFR750 (RC36II)

O V4 desenvolvido para as VFR tem uma história interessante que, segundo consta, é derivada a... falta de fiabilidade.
Reza a lenda que a Honda, farta de problemas nos seus motores, desenvolveu um motor de quatro cilindros em V a 90º com a distribuição por carretos (ou cascata de carretos, como por vezes também é designado). Esta arquitectura de distribuição é, das três mais usuais (as outras são correia e corrente), a mais dispendiosa, mais pesada, sendo também a mais fiável.
Esta é a característica sonora da VFR, o movimento de rotação dos carretos da distribuição dá um timbre grave e algo rouco a uma mecânica que, apesar dos seus 20 anos, consegue manter-se irrepreensível ao passar do tempo... mesmo ao nível das linhas, a VFR passou de actual a clássica, sem perder tempo com a fases de segundo plano.
Sem mordomias como um ABS ou um controlo de tracção, tudo é simples (o conta-quilómetros é analógico) e bem colocado (à frente do nariz temos o conta-rotações). Arrancar com esta máquina deixou-me algo preocupado (o test-ride era com vista a uma possível aquisição)... teria mãos para não deixar cair os plásticos?
Saia de um posto de combustível para o meio de uma hora de ponta de regresso a casa, tomei consciência do peso e da embraiagem e... vamos lá devagar passar por entre este "parque de estacionamento"! Comecei por dançar como um elefante grávido por entre as filas de trânsito o melhor que sabia, custava-me a virar por falta de adaptação aos punhos, era a primeira mota de punhos que conduzia, adaptando a minha posição usual para esta máquina e parecia que tinha nascido para andar na VFR, mesmo em trânsito, o equilíbrio não era mau e o peso afinal não era assim tanto quanto pensava de início. Minutos depois chegava a uma via rápida com uma pequena sequência de curvas rápidas e duas mais longas e lentas, a V4 mostrou-me como se curva de forma previsível e eficiente e sempre com o ronronar mecânico de fundo enquanto começava a rumar ao ponto de partida para a devolver ao dono... temos negócio? Talvez.
Faz sentido, neste momento faz todo o sentido, a frase tantas vezes repetida por proprietários destas VFR... "não é a melhor em nada, mas é excepcional em tudo o que faz".

29/08/2013

Test-Ride: Honda Forza 300

Cortesia do stand Lopes & Lopes em Mem Martins, foi-me possível fazer um pequeno passeio de teste à nova Honda Forza 300.


O espaço disponível debaixo do banco é enorme, o painel de instrumentos é bastante completo (apresenta consumo médio incluído e relógio, bem como um, a meu ver, desadequado conta-rotações) e tem dois "porta-luvas", o esquerdo só pode ser aberto com a chave na ignição e o da direita não tem fechadura.
Sendo por alguns vista como uma PCX mais crescida, a diferença de pesos nota-se bem (sempre são quase 70kg a mais) o que poderá fazer alguma diferença nos primeiros tempos quando se passa por entre os carros nos semáforos ou em manobras a baixa velocidade mas em andamento o peso é imperceptível.
Relógio e consumo médio
A protecção aerodinâmica é boa, não pela altura do vidro mas pela posição de condução, mas porque vamos sentados numa posição mais baixa e mais para atrás, o que lhe dá uma posição menos de scooter e mais de "chooper" com espaço abundante para as pernas permitindo adequar a posição ao gosto do condutor.
Os consumos deverão andar na casa dos 3.5l/100km a avaliar pela percurso (não muito longo, mas com algumas rotundas e paragens à mistura, no entanto, sem tempos de espera) e dada a maior cilindrada a Forza permite andar nos limites legais de AE sem esforço.
 A Forza 300 será uma boa escolha para quem faça percursos mais longos em estradas onde lhe permita manter velocidades de cruzeiro mais elevadas ou para quem faça uma utilização mais polivalente, com passeios ao fim-de-semana incluídos, já para o meio urbano poderá, naturalmente, perder um pouco derivado ao seu tamanho e peso. 
Ao contrário da MaxSym testada anteriormente, as acelerações e desacelerações não causam qualquer tipo de oscilação no conjunto (nada de muito perceptível pelo menos), a travagem é segura e feita por discos em ambas as rodas e, nesta Forza, ajudado pelo sistema ABS.
A versão com ABS pode ser adquirida por 5299€ (mais despesas de documentação), a versão sem ABS custa menos 400 euros.

04/08/2013

Revisão C1 1.4HDi

Nova revisão do pequeno C1, desta vez com serviço completo de filtros (óleo, ar, habitáculo e gasóleo) e óleo.
Infelizmente não foi possível tirar fotos e, tirando a substituição do filtro de gasóleo, as operações são relativamente simples (o procedimento para o filtro de ar e do óleo já estão relatados aqui), as novidades foram o filtro do habitáculo (que está localizado por baixo do tablier do lado direito) que é em forma de "cartucho" (tirar o velho e colocar o novo é coisa para fazer em meio minuto) e o filtro do gasóleo... ora aqui está um desafio! 
A dificuldade é devida à falta de espaço, pois este encontra-se colocado junto ao corta fogo por trás do motor, sendo necessário desligar as três ligações de combustível, desapertar o parafuso da chapa de fixação do filtro e (eis a maior dificuldade) desligar a ficha na base do filtro. Tudo isto é conseguido rodando o filtro, os tubos de combustível e a chapa de fixação antes de recolocar a tampa do filtro do ar de forma a conseguir no pequeníssimo espaço disponível, em que dificilmente sobra espaço para meter uma mão, desligar a ficha.
O óleo colocado foi um 5W40 (menos viscoso na altura do arranque) o que sempre ajuda a minimizar os despistes da proprietária no que toca às alturas da revisão (esta foi realizada seis mil quilómetros além do que seria recomendável).
Serviço realizado aos 81458 quilómetros, quase 21 mil quilómetros após a anterior.

03/08/2013

V encontro nacional espírito | Honda

Um dia bem passado na zona de Leiria com direito a test-drive ao novo Honda Civic 1.6 i-DTEC e à nova Honda CB500X, piquenique e competição no kartódromo.
Clicar aqui para ler a crónica na página oficial do e | H.

30/07/2013

Campanha especial de serviço Toyota

Já era de conhecimento público um problema no actuador do airbag do passageiro que afectava vários automóveis de marcas japonesas. Os clientes da Toyota em Portugal que tenham os dados actualizados estão já a receber informação para marcarem a intervenção sem custos a fim de substituir a peça defeituosa.


16/07/2013

Revisão dos 8000km da Honda PCX

Revisão realizada aos 8221km na oficina da Lopes & Lopes após comparação de preços com outros representantes da Honda.
A diferença de preço para a anterior oficina era suficiente para atestar dois depósitos da PCX (cerca de 18 euros)!

Esta revisão foi composta pela mudança de óleo e substituição da vela de ignição pelos quais foram cobrados, já contando com o tempo de trabalho (0.8 horas), pouco mais de 47€.

Próxima revisão prevista para Outubro na qual o filtro de ar já deverá ser substituído.

09/07/2013

Um ano a GPL em números

Um ano após a instalação e perto de metade do valor despendido na adaptação está recuperado (1105.57€ "recuperados").

Nos últimos 12 meses o Corolla percorreu 24859km a uma média de 7.94l/100km (mais 22.4% do que o consumo a gasolina) tendo a despesa em combustível reduzido 43.5%.
Para cada 100 quilómetros percorridos a despesa em combustível (GPL e gasolina) cifra-se em 6.56€ o que seria equivalente a um automóvel movido a gasóleo que consumisse na ordem dos 4,5l/100km.
O motor ainda não morreu, as válvulas ainda não derreteram e o depósito ainda não explodiu... continua a somar.

22/06/2013

Corolla continua a somar: revisão aos 152 mil quilómetros

Mais uma revisão ao Corolla, desta feita aos 152659km. Revisão de filtro de ar, óleo (5W30) e filtro, tendo para além disso apenas sido lubrificadas as guias da bomba de travão da roda dianteira esquerda que já faziam barulho ao passar em alguns buracos.
À revisão o pequeno Corolla percorreu já mais de 46 mil quilómetros desde a sua aquisição e destes, mais de metade a GPL.

Falta apenas acrescentar que, nos 15 mil quilómetros entre os serviços de óleo, o consumo de óleo foi de meio litro apenas.